Uma cadelinha adotou um dos meus alunos, e o espera no portão da escola todas as manhãs; felizmente o grupo de profes se mostrou simpático a amizade e tem permitido a sua circulação no pátio. O caso é que hoje ela entrou na sala em que eu estava... e... Bom, Leo, o menino, bem entendido das sutilezas humanas, me diz:
"ela escolheu esta aula por que sabe que a sora não ia tocar!"
Passamos boa parte da manhã nos comunicando em cachorrês, entonando o latido em uivos ou sussurros. Comunicação garantida, explorando o corpo, expressão corporal, voz, locomoção a 4 patas. Chega a hora da merenda. Ai! Tiveram a ideia de comer sem as patas, digo, mãos! Boca na tigela, vira suco, vira pão, suja tudo. Recreio, a sora, já virada em gente de novo, seca, varre, limpa... e as sobras pra cadela!
E o tipo de vivencia, entre tantas, que não posso compartilhar numa reunião pedagógica, a menos que queira ser afastada por inadequação ao cargo.
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